terça-feira, 4 de outubro de 2011

Ivan Ferraz será homenageado no Projeto Pé de Serra

Nesta sexta-fera (07), o cantor, compositor e comunicador Ivan Ferraz será homenageado pelo Projeto Pé de Serra. Abertura da festa fica com Jorge Silva e Mardônio, logo após Ivan Ferraz sobe ao palco com convidados especiais.


O Projeto Roda Pé de Serra fica no Sítio das Artes - Alto da Sé - Olinda. A partir das 18h. Ingresso: R$10. Informações: 3429-2166.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Jorge Silva lança novo CD

Compositor e cantor forrozeiro, é Pernambucano natural de Recife e nos seus  20 anos de  carreira, já gravou vários Compáctos, Lps, CDs e a Coletânea: O Forrozão. Junto com Elba Ramalho, Nando Cordel, Chiclete com Banana e outros.

Na sua voz, imortalizou o xote: pra todo mundo (a minha cara é de alegria, porque ninguém tem nada a ver com a minha dor...) e as não menos conhecidas: Eu já vi tudo, Levante o dedo e Duas meninas (Juazeiro e Petrolina).

É autor de  mais de 200 músicas gravadas por: Dominguinhos, Flávio José, Jorge de Altinho, Alcymar Monteiro, Novinho da Paraíba, Petrúcio Amorim, Maciel Melo, Cristina Amaral,  Leci Brandão, Trio Nordestino, Aviões do Forró, Limão com Mel, Mastruz com Leite, Joquinha Gonzaga e muitos outros.

Está lançando, o CD  RODA DE PÉ DE SERRA, com participações de: Maciel Melo, Petrúcio Amorim, Ivan Ferraz, Aracílio Araújo, Toinho do Baião, Canarinhos do Forró, Oxente Love, Pecinho Amorim e Nildinho da Paraíba.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Projeto: Roda de Pé de serra em Olinda

Projeto: Roda de Pé de serra, valorizando a cultura popular e o melhor do autêntico forró nordestino. Todas as sextas-feiras, no Sítio das Artes, Alto da Sé, Olinda-PE. Das 18 às 23 horas. Informações: (81) 3429-2166.

Jorge silva, compositor e cantor forrozeiro, é autor de várias obras de sucesso. Tanto na sua própria voz, como interpretadas por outros artistas. Como: Dominguinhos, Jorge de Altinho, Flávio José, Alcymar Monteiro, Cristina Amaral, Maciel Melo, Trio Nordestino, Petrúcio Amorim, Novinho da Paraiba, Geraldinho Lins e muitos outros.

O projeto roda de pé de serra, começou com as parcerias de Jorge Silva, Forró sem Fronteira, Mardônio, Canarinhos do Forró, Paulinho do Acordeon, Aracílio Araujo, Alemão e Kodô Damascena e tem recebido vários convidados. Como: Cristina Amaral, Novinho da Paraíba, Raminho do Acordeon, Quixabeira e Trio Mandacarú, Marrom Brasileiro, Walkyria Mendes e muitos outros.

CD "Rabequeiros de Pernambuco"


O rabequeiro, ao lado do repentista, do cantador e do violeiro, integra uma força cultural milenar que foi transplantada para o nordeste brasileiro onde vicejou quase sempre na marginalidade. O tocador de rabeca e a arte de poetizar tangendo o instrumento mistura arabidade, ibericidade e nordestinidade na formação das essências sonoras brasileiras.

Para muitos estudiosos, a música renascentista jamais teria sido a mesma sem os empréstimos dos instrumentos árabes que foram adaptados como alternativa à polifonia das vozes humanas. E entre esses instrumentos estava o rabab (ou rebab), que evoluiu para rabeca, modificando seu formato, mantendo o som possante e estridente e sobrevivendo à sofisticação do violino e de toda a música sinfônica. Com a chegada da colonização no Brasil, a rabeca, que entrou na Península Ibérica com a invasão dos mouros, foi introduzida à nossa cultura popular e por não seguir um padrão de construção, cada região elabora o instrumento à sua maneira. Hoje é mais encontrada nas regiões do Nordeste e do Sudeste do Brasil. Em Pernambuco, existem muitos artesões e rabequeiros, principalmente, na Zona da Mata Norte e na região Metropolitana do Recife. Na música, observa-se acompanhada por outros instrumentos como viola de 10 cordas, violão, pandeiro, baje, zabumba, baixo, sanfona, variando no estilo conforme a região.

A escolha dos 24 rabequeiros participantes se deu através de uma pesquisa feita por Cláudio Rabeca desde 2002, de famosos à anônimos, o CD é um importante registro para a música Pernambucana. É importante ressaltar que o projeto abrangeu várias regiões do estado, pois temos Alberone de Arcoverde, Márcio Viana de Garanhuns, a Zona da Mata Norte está representada pelos Rabequeiros: Luiz Paixão, Antônio Teles, Manoel Pereira, Mestre Zé de Bibi, Biu de Dóia e Salatiel da Rabeca, a região metropolitana contará com Siba, Maciel Salu, Dinda Salu, Renata Rosa, Cláudio Rabeca, Gustavo Azevedo, Aglaia Costa, Sônia Guimarães, Antúlio Madureira, Nylber da Silva, e Zé Cafofinho. Os Rabequeiros Pedro Côra e Mestre Araújo, apesar de residirem na Paraíba, divisa com Pernambuco, têm suas histórias, até hoje, totalmente ligadas ao Cavalo Marinho Pernambuco, são rabequeiros considerados pernambucanos pelos mestres de ab moram atualmente em São Paulo, mas contribuíram e ainda contribuem bastante com a cultura pernambucana, portanto, não poderiam ficar de fora deste projeto.

cavalo marinho da região da mata norte. Murilo Silva, Rafa da Rabeca e Adriano Salh.
Assim como as palavras e as expressões antigas que permanecem como patrimônio coletivo profundo da nossa cultura, em algum lugar do passado, em alguma época não identificada, o som da rabeca ecoa na malha do tempo para dar permanência e sentido à vida dos rabequeiros. Não importa se isso acontece quando uma banda sobe ao palco ou quando numa feira um cego cantador toca rabeca, o importante é que a rabeca segue dando prosseguimento ao que o ser humano tem de mais seu, que é a capacidade de expressar sentimentos pela arte. Tais observações se coadunam perfeitamente com a proposta deste projeto, que trará mais visibilidade a esta arte tão rica e profunda. Este Projeto foi dedicado à memoria dos rabequeiros: Mestre Salustiano, Mané Pitunga e Mané Gomes.

Por: Fábio - Loja Passa Disco


Luiz Gonzaga, paixão musical da forrozeira Cylene Araújo

Conheci Luiz Gonzaga em 1981 ainda criança. Eu cantava e apresentava um programa de TV em Recife.

Sempre fui apaixonada pela sua história de vida e sua obra musical. Encantava-me vê Gonzagão chegar sozinho na TV Universitária sem o divulgador da RCA e na maior humildade pedir para cantar e o João Moreno,diretor e apresentador dizia:Seu Luiz é uma honra ter sua presença por aqui.

Nessa data; 02/08/1989 exatamente 22 anos atrás, eu estava chegando em São Paulo e a cidade só falava de sua partida. E me emocionei ao vê São Paulo noticiando e chorando a sua morte. Êita Gonzagão! O mundo até os dias de hoje tem você como a maior referência musical do Nordeste brasileiro. Ainda não nasceu ninguém no cenário artístico com essa rica obra discográfica e uma imensa generosidade de ser humano. Tenho orgulho de levar minha sonoridade musical e trilhar por caminhos que você percorreu cantando com autenticidade suas canções.

Salve LUA GONZAGA! Hoje e sempre sabes da minha paixão.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Danilo Pernambucano - ”Serei pra sempre assim”


Danilo Filgueira Véras, nome artístico Danilo Pernambucano, nasceu na cidade de Salgueiro, no sertão de Pernambuco. Desde os 11 anos de idade já bebia na fonte poética e era admirador da música gonzagueana, recitava poesias em escolas, faculdades, palestras e era sempre incentivado para que continuasse levando a bandeira da cultura popular.

Aos 14 anos de idade ele tornou-se integrante de um grupo de forró pé-de-serra denominado “Forró Mirim” onde ele cantava e recitava poesias nas apresentações. O forró mirim era formado apenas por garotos muito jovens, com isso aonde eles chegavam recebiam destaque e eram muito bem elogiados pela qualidade do forró oferecido ao público, chegando a fazer apresentações em programas de televisão e shows em várias  cidades do nordeste.

Em 2008, descobriu que a sanfona iria complementar seus dons artísticos e começou a tocar  suas primeiras melodias no acordeom,  herdando um pouco da musicalidade do seu avô Enésio e do seu tio Zenilton. Desde então o instrumento tornou-se parte de sua vida e após um ano estudando um instrumento, já fazia shows em várias cidades do nordeste fortalecendo o nome do forró pé-de-serra autêntico e da poesia popular.

Hoje com 20 anos de idade, já tem três cd´s gravados, e o seu mais novo trabalho intitulado ”Serei pra sempre assim” conta com participações de grandes nomes da música popular nordestina, como: Santanna o cantador, Nádia Maia e Os Nonatos. Danilo Pernambucano também é estudante de direito pela Universidade Católica de Pernambuco. Em 2011 realizou sua primeira apresentação internacional na África em Angola na capital Luanda.


Mais informações pelo site: www.danilopernambucano.com.br
e-mail: rvproducoes@danilopernambucano.com.br
(87) 9626 2275  |  8827 4373